Institucional

O Centro de Operações Rio (COR) é o primeiro equipamento olímpico entregue pela Prefeitura do Rio. Inaugurado em dezembro de 2010, seis anos antes dos Jogos Rio 2016, o prédio funciona como quartel-general de integração das operações urbanas no município. Cerca de 30 órgãos (secretarias municipais e concessionárias de serviços públicos) estão integrados no edifício para monitorar a operação da cidade e minimizar seus impactos na rotina do cidadão ou durante a realização de grandes eventos. Durante 24 horas por dia, nos sete dias da semana, o COR busca antecipar soluções, alertando os setores responsáveis sobre os riscos e as medidas urgentes que devem ser tomadas em casos de emergências, como chuvas fortes, deslizamentos e acidentes de trânsito. Mais de 500 profissionais se revezam em diferentes turnos neste monitoramento da cidade.

O COR usa alta tecnologia para o gerenciamento das informações fornecidas pelas agências integradas e por diversos tipos de sensores estrategicamente posicionados. Cerca de 800 câmeras da prefeitura são monitoradas pela equipe do COR, que também tem acesso a outras 700 gerenciadas por concessionárias de serviços públicos e pela Secretaria Estadual de Segurança Pública. Todas as câmeras e informações de sensores e softwares podem ser visualizadas de forma integrada em um telão de 65 metros quadrados na sala de controle do COR. Em situações de crise, o centro operacional conta ainda com sistema de videoconferência que permite comunicação em tempo real com a residência oficial do prefeito e a sede da Defesa Civil municipal.

O COR no Jogos Olímpicos 2016 – o Centro de Operações Rio criou dois times operacionais dedicados a monitorar as atividades planejadas e a responder ocorrências não previstas da forma mais rápida e efetiva, durante os Jogos Rio 2016. Um destes grupos atuou na sala de controle do COR, em um espaço denominado bancadas olímpicas. Eram setores de monitoramento que acompanhavam a agenda olímpica, com atenção especial para as regiões do Maracanã (que incluía o complexo esportivo do Maracanã, o Engenhão e o Sambódromo), Barra (onde está localizado o Parque Olímpico e outras instalações esportivas), Deodoro e Copacabana (que abrangia também a Lagoa e a Marina da Glória). Cada time regional também contava com assessores de redes sociais, responsáveis por monitorar as postagens em cada uma destas áreas e identificar possíveis ocorrências que demandassem acionamento de serviços públicos.

A outra equipe de trabalho dedicada aos Jogos estava no Centro Integrado de Mobilidade Urbana (CIMU). Este pequeno centro operacional monitorou de forma integrada o sistema de transporte da cidade. O CIMU é composto por representantes das concessionárias de transportes e das agências públicas que atuam na mobilidade urbana, liderados pelas secretarias de transportes municipal e estadual. Os profissionais que operavam nesta sala estavam aptos a acionar respostas a ocorrências que afetassem a mobilidade e dar início a implementação de contingências para minimizar o impacto de possíveis problemas nos diferentes modais. Metrô Rio, Supervia, BRT, RioÔnibus e VLT eram algumas das agências representadas neste centro integrado.

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